O Restaurante Universitário (RU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) voltou com força total. Desde a reabertura do espaço, em fevereiro, até 20 de março, data do último relatório do estabelecimento, foram servidas 28.383 refeições, entre cafés da manhã, almoços e jantas. Algumas regadas à música ao vivo e opções nobres, como a carne de coelho, e tradicionais, como a feijoada.
A música partiu do projeto RU das Artes, que une a já consolidada gastronomia de excelência do restaurante ao talento local, com o objetivo de fortalecer o senso de comunidade entre estudantes e servidores (docentes e técnicos-administrativos). A estreia da iniciativa ocorreu oportunamente no dia 27 de março, a última sexta-feira do mês, ocasião na qual o RU serve a famosa feijoada do estabelecimento. A opção gastronômica – como já é de costume – lotou o espaço ao som de uma banda de rock, combinação que promoveu uma calorosa – e musical – acolhida ao projeto.
Fruto de colaboração estratégica entre as diretorias de Cultura (DCU) e de Assuntos Comunitários (DCT), a ideia da ação é descentralizar a arte, levando-a ao aluno no momento em que interage com seus pares por meio da reunião à mesa, garantindo que a mensagem de pertencimento e criatividade promovida pela arte alcance o maior número possível de vozes e relações na Universidade.
Degustação de carne de coelho
Se o RU das Artes já foi um sucesso, ampliado pela tradicional feijoada do restaurante, o primeiro mês de operação do espaço em 2026 ainda guardou uma outra novidade: a oferta de carne de coelho no cardápio. Em duas oportunidades, o restaurante ofereceu momentos de degustação do animal, cuja carne ainda é desconhecida do grande público, gerando curiosidade e deleite com a iguaria.
Sucesso imediato, a carne cunícula se esgotou rapidamente em ambas as oportunidades nas quais foi servida, já se estabelecendo como opção saudável a frequentadores do espaço ao mesmo tempo em que reforça o compromisso da UEM com a qualidade e a excelência alimentar. Reconhecida por seu alto valor nutricional, a carne de coelho é rica em proteínas, baixo teor de gordura e alto valor nutricional.
A carne cunícula servida no RU foi fornecida pela Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI), contando com o rigor técnico do Centro de Estudos em Coelhos (Ceco), garantindo qualidade, segurança e sustentabilidade aos frequentadores do espaço. Uma parceria entre o Programa Alimentos Solidários e Agricultura Sustentável (Pasas), e o Escritório de Projetos e Processos (EPP) possibilitou a inclusão do animal no cardápio do restaurante, diversificando um menu já variado.
Como comer no RU
Para comer no RU, é necessário adquirir os tickets de entrada, apresentando o Registro Acadêmico (RA), no caso de estudantes, e a Carteira Funcional, se forem servidores. Os valores variam de acordo com a refeição e o status acadêmico e/ou funcional de alunos, docentes e técnicos-administrativos. São aceitos como formas de pagamento dinheiro, Pix, cartão de crédito e débito.
No café da manhã, servido das 6h40 às 7h40, todos pagam R$ 2. Já no almoço (das 10h45 às 13h) e no jantar (das 17h45 às 19h45), as refeições são vendidas a R$ 5 a estudantes e servidores com renda de até 3 salários mínimos. Docentes e técnicos-administrativos com ganhos superiores pagam R$ 10 e membros da comunidade externa contribuem com R$ 19 para se alimentarem no espaço.
Mais informações, como o cardápio semanal do restaurante e a programação do RU das Artes, podem ser acessadas no site e no perfil de Instagram do estabelecimento.
(Fábio Candido/Comunicação UEM)