O Instituto de Ensino de Japonês (IEJ) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) inicia, na próxima segunda-feira (3), o período de matrículas para as turmas do segundo semestre de 2026 do curso de língua japonesa. As aulas serão ofertadas nas modalidades presencial e on-line e são destinadas a pessoas com 16 anos ou mais.
Os interessados que já possuem conhecimento da língua japonesa deverão preencher um formulário eletrônico, disponível no site do IEJ até às 11h40 da próxima terça-feira (4). Após o cadastro, a equipe do instituto entrará em contato para agendar o teste de nivelamento, que será realizado em 5 de agosto.
Os alunos regularmente matriculados no primeiro semestre deste ano não precisam preencher o formulário. Basta emitir a guia de recolhimento da taxa de matrícula e encaminhar o comprovante de pagamento por e-mail durante o período de matrículas.
Na modalidade presencial, o investimento é de R$ 152 de matrícula, além de quatro mensalidades de R$ 100. Para as turmas on-line, o valor é de R$ 300, correspondente à taxa única do semestre.
As matrículas serão realizadas entre 3 e 6 de agosto. Os horários das aulas e a relação das turmas podem ser consultados no site do IEJ. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail sec-iej@uem.br, pelo telefone (44) 3011-4268 ou pelo Instagram @iej.uem.
IEJ
Criado em 1982 e vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PEC) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), o Instituto de Estudos Japoneses (IEJ) promove a integração entre a universidade e a sociedade por meio de atividades voltadas ao ensino da língua e à difusão da cultura japonesa.
Além de apoiar ações de ensino, pesquisa e extensão, o instituto oferece regularmente cursos de língua japonesa para a comunidade universitária e o público em geral. A iniciativa busca ampliar o acesso ao idioma e aos aspectos culturais do Japão, incluindo conhecimentos sobre os sistemas de escrita hiragana, katakana e kanji, bem como tradições e costumes japoneses.
Os primeiros cursos de língua japonesa do IEJ foram implantados em 1984. Desde então, a oferta foi ampliada com novos níveis de ensino e modalidades voltadas a diferentes públicos, consolidando o instituto como referência na difusão da língua e da cultura japonesa na região.
(Adriana Cardoso/Comunicação UEM)